Era um dia só, mas não tinha uma só
coisa para fazer. Eram várias. Especificamente duas. Um cinema, um teatro. Como
se fossem tão opostos, eram tão complementares.
O teatro era dela.
O cinema dele. Pelo tema.
Ela em cima, ele embaixo. Não que essa
fosse a posição preferida.
Certo mesmo eram eles no mesmo andar, na
mesma sala, na mesma boca.
Mas o acaso fez o contrário. E sabe-se
quando vai ser de novo, de novo.