E no meio do asfalto e dos carros, como uma selva de pedra, andava sozinha rumo à minhoca de metal...
No meio do cinza do céu, um ponto brilhava... estranho.
Uma borboleta levava outra. Morta ou machucada, não sei. Mas uma ia pendurada em sua igual. Laranja. Linda.
Me circundou e foi embora entre as árvores. Entre as pedras. Foi embora e me deixou um sorriso. Um não... vários.
Eis São Paulo e suas emoções.
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