Um dia escutei essa frase de um amigo, sobre como ele se sentia mais inspirado quando estava triste.
Pensei em como eu era sobre escrita e cheguei a conclusão que não era diferente comigo. Percebi, entretanto, que minhas inspirações eram baseadas não só nisso. Acompanhavam angustias e medos, incluindo as descobertas de um caminho desconhecido.
Mas em pouco tempo parecia que eu não estava mais numa terra tão nova e, num piscar de olhos, eu já podia saber o que poderia te deixar bravo ou feliz.
Foi incrível essa velocidade toda.
Assustadora também! O que me fez, mês a mês, escrever um pouco das descobertas sobre deixar de ser "eu" para virar "nós".
E, se a tristeza é a maior inspiração, talvez hoje eu esteja feliz demais pra sair alguma coisa bem escrita. Mas eu queria deixar registrado essa felicidade toda, daquelas que fazem o coração dar uma palpitada e uma certa sensação de ter um coração maior do que o peito pode suportar.
Que comece o ano, com tudo o que ele promete de emoções.
Nenhum comentário:
Postar um comentário