Entrou no supermercado. Tocava rádio.
No meio das compras começou aquela música que há muito não se escutava.
Beija-flor de novo. Dessa vez, codinome.
Ela escutou a frase, que veio num bilhete uma vez, por aquele primeiro grande amor.
“Não responda nunca, meu amor. Nunca.” – dizia o papel.
Anos passaram e aquela frase ainda causava confusão. Ela o tinha questionado, na ocasião.
O intuito dele, revelado dias depois, foi evitar que ela falasse “meu amor” pra qualquer um na rua, por ai. Mas ela não entendia assim.
- A frase mandava nunca dizer “nunca” - ela contrariou, como sempre.
Eles discutiram por horas, como sempre.
Anos depois e a frase ainda a paralisava.
Nunca dizer “nunca” ou nunca dizer “meu amor”? Ela não sabia.
Na dúvida, preferia dizer os dois.
Nunca nunca.
Beija-flor de novo. Dessa vez, codinome.
Ela escutou a frase, que veio num bilhete uma vez, por aquele primeiro grande amor.
“Não responda nunca, meu amor. Nunca.” – dizia o papel.
Anos passaram e aquela frase ainda causava confusão. Ela o tinha questionado, na ocasião.
O intuito dele, revelado dias depois, foi evitar que ela falasse “meu amor” pra qualquer um na rua, por ai. Mas ela não entendia assim.
- A frase mandava nunca dizer “nunca” - ela contrariou, como sempre.
Eles discutiram por horas, como sempre.
Anos depois e a frase ainda a paralisava.
Nunca dizer “nunca” ou nunca dizer “meu amor”? Ela não sabia.
Na dúvida, preferia dizer os dois.
Nunca nunca.
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